Prefeitura adere a campanha Janeiro Branco que trata da saúde mental

Roda de conversa realizada na campanha de 2018 em Nova Mutum

A Prefeitura de Nova Mutum aderiu a campanha “Janeiro Branco”. Iniciada no Brasil em 2014, a campanha tem como objetivo mobilizar a sociedade sobre a saúde mental e bem-estar desse público que é usuários do SUS (Sistema Único de Saúde).

Em Nova Mutum o atendimento a esse público é feito através do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) que fica localizado na rua das Primaveras Bairro Alto da Colina.

A Psicóloga Jacqueline Manzano coordenadora do Caps argumenta que os trabalhos relacionados à saúde mental envolvem uma equipe multidisciplinar. “Nossa equipe é composta por médico, psicólogo, enfermeiro, assistente social, artesão, técnico de enfermagem, setor administrativo e serviços gerais. Essa equipe elabora o planejamento de atividades concentrando o foco na oferta de atendimento para pessoas com transtornos mentais graves”. Explica.

Psicóloga Jacqueline Manzano coordenadora do Centro de Atendimento Psicossocial de Nova Mutum.

A Secretária de Saúde, Anke Schwabe, explica que é preciso evidenciar esse tema e tratar do assunto com pessoas e instituições. “Muitas pessoas precisam de ajuda e até então estavam em silêncio com seus traumas e complexos, e quando surgiu essa campanha juntamente com a organização dos municípios para debater o que é Saúde Mental, esse público ganhou voz e passaram a ter outro sentido de vida”, relata.

Durante o mês de janeiro, a Secretaria de Saúde preparou várias ações serão realizadas, dentre elas atividades ao ar livre, rodas de conversas, publicações de mensagens alusivas e reflexivas sobre o tema Saúde Emocional e programação de ações em unidades de saúde com distribuição de folhetos informativos à população.

De acordo com a psicóloga Jacqueline Manzano, as unidades básicas de saúde também fazem parte dessa rede de atendimento à saúde mental. “As nossas unidades de saúde fazem um excelente trabalho em relação à saúde mental, e isso acaba fortalecendo nossa política de saúde mental, que é um tema que precisa ser debatido não apenas em janeiro, mas durante todo o ano”, afirma.

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